sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Relatório do Projeto
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE O PROJETO DE LEITURA
A PRÁTICA DA LEITURA NO COTIDIANO ESCOLAR: DESENVOLVENDO A HABILIDADE COMUNICATIVA
ORLEANS, 02 DE OUTUBRO DE 2009
Os materiais utilizados para o projeto foram os livros da coleção de Ziraldo, cartolina, lápis de cor e fita durex.
No dia 19/08/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, questionando quais dos alunos tinham o hábito de leitura e realmente gostavam de ler, fiquei muito surpreso, pois a maior parte da turma disse que adorava ler. Após termos dialogado um pouco a respeito da importância da leitura, levei os alunos na biblioteca e lá distribui os livros da Coleção de Ziraldo para que eles fizessem a leitura. A coleção trazia os seguintes livros: Aquele tombo que eu levei; Mamãe, vou ter um bebê; Cuidado Garoto Apaixonado; Foi ele que começou, Foi ela que começou; Papo de Família e Meu amigo João, cabe ressaltar que este último não fazia parte da coleção. Depois da distribuição disse a eles que iriam gostar muito dos livros, pois eles traziam assuntos referentes à adolescência, eles se demonstraram bastante empolgados em relação aos livros.
No dia 25/08/2009 iniciei a aula explicando como seria realizado o projeto de leitura, e logo organizamos um cronograma com as datas para a apresentação dos trabalhos. O cronograma elaborado pela primeira vez contemplou as seguintes datas para apresentação: 09/09/09, 15/09/09, 24/09/09 e 29/09/09. Cabe ressaltar, que não deu para seguir corretamente o cronograma, pois alguns alunos que terminavam de ler estavam empolgados para apresentar, acabei então, trabalhando o mês de setembro inteiro com o projeto, até porque a professora titular iria voltar na segunda semana de outubro e fiquei preocupado de a turma não ter tempo para apresentar. A proposta para a finalização do projeto seria um teatro elaborado por toda a turma de uma obra que eles acharam mais interessante, mas como a professora voltou não tive tempo de finalizar o projeto com a peça.
Analisando a aplicação do projeto, penso que foi de grande valia, sempre após as apresentações fazíamos discussões sobre os assuntos contemplados nas obras. Gostei muito da temática abordada na Coleção de Ziraldo, pois tratava de assuntos pertinentes a fase da adolescência. Gostei muito de aplicar este projeto!
A maior parte da turma se mostrou interessada, animada com as obras lidas. Todos que leram as obras fizeram trabalhos maravilhosos. Teve cinco alunos que não apresentaram, não leram o livro.
Fiquei extremamente feliz em ver que o projeto surtiu efeito, pois os alunos estão freqüentando mais à biblioteca, não apenas os alunos que participaram do projeto, mas também aqueles que viram os cartazes expostos na escola.
A Coleção de Ziraldo é uma ótima coleção pois desperta o interesse dos alunos devido aos assuntos do dia a dia, assuntos que são importantíssimos para a vida de nossos alunos..
Os alunos foram avaliados pela leitura das obras e pelas apresentações dos cartazes.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE O PROJETO DE LEITURA
A PRÁTICA DA LEITURA NO COTIDIANO ESCOLAR: DESENVOLVENDO A HABILIDADE COMUNICATIVA
ORLEANS, 02 DE OUTUBRO DE 2009
Os materiais utilizados para o projeto foram os livros da coleção de Ziraldo, cartolina, lápis de cor e fita durex.
No dia 19/08/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, questionando quais dos alunos tinham o hábito de leitura e realmente gostavam de ler, fiquei muito surpreso, pois a maior parte da turma disse que adorava ler. Após termos dialogado um pouco a respeito da importância da leitura, levei os alunos na biblioteca e lá distribui os livros da Coleção de Ziraldo para que eles fizessem a leitura. A coleção trazia os seguintes livros: Aquele tombo que eu levei; Mamãe, vou ter um bebê; Cuidado Garoto Apaixonado; Foi ele que começou, Foi ela que começou; Papo de Família e Meu amigo João, cabe ressaltar que este último não fazia parte da coleção. Depois da distribuição disse a eles que iriam gostar muito dos livros, pois eles traziam assuntos referentes à adolescência, eles se demonstraram bastante empolgados em relação aos livros.
No dia 25/08/2009 iniciei a aula explicando como seria realizado o projeto de leitura, e logo organizamos um cronograma com as datas para a apresentação dos trabalhos. O cronograma elaborado pela primeira vez contemplou as seguintes datas para apresentação: 09/09/09, 15/09/09, 24/09/09 e 29/09/09. Cabe ressaltar, que não deu para seguir corretamente o cronograma, pois alguns alunos que terminavam de ler estavam empolgados para apresentar, acabei então, trabalhando o mês de setembro inteiro com o projeto, até porque a professora titular iria voltar na segunda semana de outubro e fiquei preocupado de a turma não ter tempo para apresentar. A proposta para a finalização do projeto seria um teatro elaborado por toda a turma de uma obra que eles acharam mais interessante, mas como a professora voltou não tive tempo de finalizar o projeto com a peça.
Analisando a aplicação do projeto, penso que foi de grande valia, sempre após as apresentações fazíamos discussões sobre os assuntos contemplados nas obras. Gostei muito da temática abordada na Coleção de Ziraldo, pois tratava de assuntos pertinentes a fase da adolescência. Gostei muito de aplicar este projeto!
A maior parte da turma se mostrou interessada, animada com as obras lidas. Todos que leram as obras fizeram trabalhos maravilhosos. Teve cinco alunos que não apresentaram, não leram o livro.
Fiquei extremamente feliz em ver que o projeto surtiu efeito, pois os alunos estão freqüentando mais à biblioteca, não apenas os alunos que participaram do projeto, mas também aqueles que viram os cartazes expostos na escola.
A Coleção de Ziraldo é uma ótima coleção pois desperta o interesse dos alunos devido aos assuntos do dia a dia, assuntos que são importantíssimos para a vida de nossos alunos..
Os alunos foram avaliados pela leitura das obras e pelas apresentações dos cartazes.
5º Relatório - Gestar
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A QUINTA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA II
ORLEANS, 23 DE SETEMBRO DE 2009
Antes de iniciar o relatório, gostaria de enfatizar que não pude concluir as demais atividades sugeridas, porque sou professor ACT e a professora titular voltou a lecionar na data de 09/10/2009. Esta foi a última atividade realizada com meus alunos. Também gostaria de salientar que no mês de setembro tive uma preocupação imensa em aplicar o projeto de leitura. Me senti realizado em ter concluído o projeto, porém fiquei um pouco entristecido pois não tive tempo de organizar com eles a apresentação do teatro que seria encenada no fim do ano.
Os materiais utilizados para o projeto foram as atividades xerocadas do AAA6 – versão aluno, giz, quadro-negro e canetas.
No dia 22/09/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, explicando aos alunos que todo texto argumentativo precisa ter argumentos. Questionei o que seriam os argumentos em um texto e nenhum aluno soube me responder, após o questionamento expliquei o que seria um texto argumentativo.
Após a explicação, entreguei a cada um deles uma atividade do AAA6 que tinha o seguinte tema: “Investigando os argumentos do texto”. Esta atividade consistia em fazer com que os alunos analisassem os argumentos presentes em um texto. Eles deveriam responder oito questões nesta atividade. Pelo que observei, eles conseguiram responder de forma positiva os questionamentos da atividade do AAA6.
Eu gostei muito da atividade, pois ela trazia tirinhas da personagem Mafalda e trazia um assunto sobre desigualdade social. Os alunos mostraram um olha crítico as condições do povo brasileiro. Vários assuntos foram abordados, como: fome, miséria, droga, falta de investimento na saúde e educação, entre outros.
A turma mostrou-se participativa, interessada, crítica e questionadora. Os alunos se interessaram pela atividade.
Acredito que tive também um ótimo desempenho na aplicação dessas atividades. Fiz muitos questionamentos aos educandos, tirei todas as dúvidas que eles tinham e promovi a interação entre eles na sala de aula.
O material disponível é de boa qualidade, ótimas atividades que despertaram o interesse de grande parte dos alunos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A QUINTA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA II
ORLEANS, 23 DE SETEMBRO DE 2009
Antes de iniciar o relatório, gostaria de enfatizar que não pude concluir as demais atividades sugeridas, porque sou professor ACT e a professora titular voltou a lecionar na data de 09/10/2009. Esta foi a última atividade realizada com meus alunos. Também gostaria de salientar que no mês de setembro tive uma preocupação imensa em aplicar o projeto de leitura. Me senti realizado em ter concluído o projeto, porém fiquei um pouco entristecido pois não tive tempo de organizar com eles a apresentação do teatro que seria encenada no fim do ano.
Os materiais utilizados para o projeto foram as atividades xerocadas do AAA6 – versão aluno, giz, quadro-negro e canetas.
No dia 22/09/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, explicando aos alunos que todo texto argumentativo precisa ter argumentos. Questionei o que seriam os argumentos em um texto e nenhum aluno soube me responder, após o questionamento expliquei o que seria um texto argumentativo.
Após a explicação, entreguei a cada um deles uma atividade do AAA6 que tinha o seguinte tema: “Investigando os argumentos do texto”. Esta atividade consistia em fazer com que os alunos analisassem os argumentos presentes em um texto. Eles deveriam responder oito questões nesta atividade. Pelo que observei, eles conseguiram responder de forma positiva os questionamentos da atividade do AAA6.
Eu gostei muito da atividade, pois ela trazia tirinhas da personagem Mafalda e trazia um assunto sobre desigualdade social. Os alunos mostraram um olha crítico as condições do povo brasileiro. Vários assuntos foram abordados, como: fome, miséria, droga, falta de investimento na saúde e educação, entre outros.
A turma mostrou-se participativa, interessada, crítica e questionadora. Os alunos se interessaram pela atividade.
Acredito que tive também um ótimo desempenho na aplicação dessas atividades. Fiz muitos questionamentos aos educandos, tirei todas as dúvidas que eles tinham e promovi a interação entre eles na sala de aula.
O material disponível é de boa qualidade, ótimas atividades que despertaram o interesse de grande parte dos alunos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
4º RELATÓRIO
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A QUARTA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO
ORLEANS, 17 DE SETEMBRO DE 2009
Este assunto a ser sugerido pelo TP5 é de extrema valia. Falar sobre estilo, coerência e coesão textual é algo imprescindível para a escrita dos alunos. Muitas vezes, nós professores, corrigimos os textos dos alunos e anotamos a seguinte frase: “seu texto está sem coerência”, eles pegam seus textos, mas nunca questionam o que seja coerência.
É preciso estabelecer nas aulas de Língua Portuguesa este assunto, pois não haverá uma boa escrita, se o aluno não mantiver suas ideias conectadas, interligadas. Não haverá bons textos, se os alunos não transmitirem claramente suas ideias na escrita. Não haverá novos escritores, se eles não permitirem que seu jeito próprio, sua emoções não seja transmitida na escrita.
Os materiais utilizados para o projeto foram as atividades xerocadas do AAA5 – versão aluno, giz, quadro-negro, lápis de cor e giz de cera.
No dia 11/09/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, questionando “O que era ter estilo?”. Obtive como respostas que uma pessoa que tem estilo é uma pessoa “arrojada”, “que se veste bem”, “que tem um corte de cabelo moderno, ousado”, “que se expressa bem”... Essas foram algumas respostas que obtive de meus alunos.
Depois da discussão, passei no quadro o texto do TP5 (readaptado) que falava sobre estilo e estilística. Eles leram o texto e fizemos outra discussão e expliquei o que seria estilo e estilística.
Após a explicação, entreguei a cada um deles uma atividade do AAA5 que tinha o seguinte tema: “Lendo Imagens”. Esta atividade consistia em fazer com que os alunos percebessem o estilo de cada boneco apresentado na atividade. Eles deveriam responder quatro questões nesta atividade. Pelo que observei, eles conseguiram responder de forma positiva os questionamentos da atividade do AAA5.
No dia 15/09/2009 iniciei a aula perguntando se os alunos já tinham ouvido falar nas palavras “coerência” e “coesão”. Os alunos responderam que nunca tinham ouvido falar nestas palavras. Questionei se eles nunca tinham ouvido a expressão: “Você não está sendo coerente”, ou “Você foi incoerente com a sua atitude”, alguns alunos disseram que já tinham ouvido algo semelhante, portanto não sabiam definir o que significava a palavra coerência ou incoerência.
Após termos conversado passei no quadro o significado de “Coerência” e “Coesão”, segundo o dicionário Michaelis, em seguida pedi que eles lessem o significado e expliquei o que seria um texto coerente e coeso. Eles fizeram alguns questionamentos e observações relevantes ao assunto.
Depois da explicação, entreguei a eles a atividade do AAA5 que tinha como tema: “Para construir sentido”. A atividade era muito interessante e dava prazer de fazer, pois os alunos teriam que organizar (deixando coerente e coesa) uma receita de bolo que estava desorganizada. Os alunos gostaram muito da atividade, achei interessante o fato de os meninos saberem melhor que as meninas como se organiza uma receita de bolo. Os meninos competiram com as meninas e pelo que observei se saíram melhor. Algumas meninas não sabiam o que significava o termo: 1 e ½ colher de fermento, alguns meninos interferiram e disseram que significava meia.
Eu gostei muito da atividade, foi muito prazerosa para os alunos e a aula foi muito divertida.
A turma mostrou-se participativa, interessada, competitiva e questionadora. Apesar de algumas dúvidas, os alunos se interessaram pela atividade proposta.
Acredito que tive também um ótimo desempenho na aplicação dessas atividades. Fiz muitos questionamentos aos educandos, tirei todas as dúvidas que eles tinham e promovi a interação entre eles na sala de aula.
O material disponível é de boa qualidade, ótimas atividades que despertaram o interesse de grande parte dos alunos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A QUARTA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: ESTILO, COERÊNCIA E COESÃO
ORLEANS, 17 DE SETEMBRO DE 2009
Este assunto a ser sugerido pelo TP5 é de extrema valia. Falar sobre estilo, coerência e coesão textual é algo imprescindível para a escrita dos alunos. Muitas vezes, nós professores, corrigimos os textos dos alunos e anotamos a seguinte frase: “seu texto está sem coerência”, eles pegam seus textos, mas nunca questionam o que seja coerência.
É preciso estabelecer nas aulas de Língua Portuguesa este assunto, pois não haverá uma boa escrita, se o aluno não mantiver suas ideias conectadas, interligadas. Não haverá bons textos, se os alunos não transmitirem claramente suas ideias na escrita. Não haverá novos escritores, se eles não permitirem que seu jeito próprio, sua emoções não seja transmitida na escrita.
Os materiais utilizados para o projeto foram as atividades xerocadas do AAA5 – versão aluno, giz, quadro-negro, lápis de cor e giz de cera.
No dia 11/09/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, questionando “O que era ter estilo?”. Obtive como respostas que uma pessoa que tem estilo é uma pessoa “arrojada”, “que se veste bem”, “que tem um corte de cabelo moderno, ousado”, “que se expressa bem”... Essas foram algumas respostas que obtive de meus alunos.
Depois da discussão, passei no quadro o texto do TP5 (readaptado) que falava sobre estilo e estilística. Eles leram o texto e fizemos outra discussão e expliquei o que seria estilo e estilística.
Após a explicação, entreguei a cada um deles uma atividade do AAA5 que tinha o seguinte tema: “Lendo Imagens”. Esta atividade consistia em fazer com que os alunos percebessem o estilo de cada boneco apresentado na atividade. Eles deveriam responder quatro questões nesta atividade. Pelo que observei, eles conseguiram responder de forma positiva os questionamentos da atividade do AAA5.
No dia 15/09/2009 iniciei a aula perguntando se os alunos já tinham ouvido falar nas palavras “coerência” e “coesão”. Os alunos responderam que nunca tinham ouvido falar nestas palavras. Questionei se eles nunca tinham ouvido a expressão: “Você não está sendo coerente”, ou “Você foi incoerente com a sua atitude”, alguns alunos disseram que já tinham ouvido algo semelhante, portanto não sabiam definir o que significava a palavra coerência ou incoerência.
Após termos conversado passei no quadro o significado de “Coerência” e “Coesão”, segundo o dicionário Michaelis, em seguida pedi que eles lessem o significado e expliquei o que seria um texto coerente e coeso. Eles fizeram alguns questionamentos e observações relevantes ao assunto.
Depois da explicação, entreguei a eles a atividade do AAA5 que tinha como tema: “Para construir sentido”. A atividade era muito interessante e dava prazer de fazer, pois os alunos teriam que organizar (deixando coerente e coesa) uma receita de bolo que estava desorganizada. Os alunos gostaram muito da atividade, achei interessante o fato de os meninos saberem melhor que as meninas como se organiza uma receita de bolo. Os meninos competiram com as meninas e pelo que observei se saíram melhor. Algumas meninas não sabiam o que significava o termo: 1 e ½ colher de fermento, alguns meninos interferiram e disseram que significava meia.
Eu gostei muito da atividade, foi muito prazerosa para os alunos e a aula foi muito divertida.
A turma mostrou-se participativa, interessada, competitiva e questionadora. Apesar de algumas dúvidas, os alunos se interessaram pela atividade proposta.
Acredito que tive também um ótimo desempenho na aplicação dessas atividades. Fiz muitos questionamentos aos educandos, tirei todas as dúvidas que eles tinham e promovi a interação entre eles na sala de aula.
O material disponível é de boa qualidade, ótimas atividades que despertaram o interesse de grande parte dos alunos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
3º Relatório - GESTAR
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A TERCEIRA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA
ORLEANS, 13 DE AGOSTO DE 2009
É impossível iniciar este relatório sem antes enfatizar os problemas que os educadores vêm encontrando no que diz respeito à prática de leitura e escrita nas escolas.
Vivemos em uma sociedade em que a tecnologia avança a cada minuto. A cada dia percebemos novos modelos de celulares, televisões digitais, notebooks, etc. É perceptível, também, que os meios de comunicação em massa trazem informações excessivas aos alunos, porém eles não conseguem assimilá-las. Muitas informações, pouco conhecimento.
Acredito que isto possa ser um agravante e penso, também, que essas excessivas informações estejam ocasionando o mau desempenho da escrita e leitura de nossos alunos. Gostaria de realizar uma pesquisa para dar cientificidade a esta ideia e opinião...
Sabemos que a leitura e a escrita são mal vistas pela maioria dos alunos. Quando o professor pensa em realizar uma atividade de leitura ou escrita, ouvimos muitas reclamações e murmúrios. Porém devemos lembrar que apesar de todas essas reclamações, nós, enquanto educadores não podemos desistir, mas pelo contrário, temos que mostrar aos educandos que leitura e escrita são fundamentais para a vida do homem, pois é a partir delas que o homem se transforma e pode transformar o mundo em que ele vive.
Vigotsky nos fala que o ensino “tem de ser organizado de forma que a leitura e a escrita se tornem necessárias às crianças. (...) A leitura e a escrita devem ser algo de que a criança necessite”. (Vygotsky, 1991, p.133).
No cenário educacional percebo que muitos educadores não motivam são alunos a escreverem e lerem pedem a leitura por pedir, exigem a escrita de uma forma descontextualizada. O aluno não sabe para que escreve e acaba ficando desmotivado. É preciso mostrar lembrar aos educadores que a leitura e a escrita só terão sentido para o aluno, se este processo tiver sentido para sua vida.
Não podemos mais exigir a leitura e a escrita sem determinarmos uma finalidade. Pedir que o aluno escreva um texto e depois devolvê-lo repleto de correções com canetas vermelhas e nunca mais ler ou divulgar o que ele escreveu, contribui com certeza no seu desinteresse. Penso que a correção faz parte do processo, mas que além de uma correção de erros ortográficos, o aluno que ser reconhecido pelo que escreveu, quer que seu texto seja lido pelos colegas da classe, por outros professores, pelo diretor da escola, mas isso não acontece, o professor apenas corrige, dá a nota e manda ele guardar.
Paulo Freire afirma o quanto é importante oferecer aos alunos textos do seu interesse, com diferenciados estilos e funções, que façam parte de sua realidade, que traduzam seus interesses e que acolham suas necessidades.
Acredito que o aluno para escrever e ler deve saber que a escrita é de cunho social, e que a pessoa que escreve e lê bem tem possibilidades de ter um futuro melhor, tem um bom emprego, etc. Deve-se também enfatizar que a leitura prepara o homem para viver melhor em sociedade, o torna crítico, reflexivo, humilde e acima de tudo humano.
Com base no que foi relatado acima, e no que penso a respeito de escrita e leitura relatarei como trabalhei as atividades de leitura e escrita do AAA4.
Os materiais utilizados para o projeto foram as atividades xerocadas do AAA4 – versão aluno, giz, quadro-negro, folhas A4, lápis de cor e giz de cera.
No dia 06/08/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, questionando o que eles pensavam sobre escrita e leitura. Ao questionar, escrevi essas duas palavras bem grandes no quadro-negro, obtive várias respostas: que a escrita servia para a comunicação, expor nossos sentimentos, fazer críticas, que sem ela o homem não viveria, pois em todos os lugares existem escritas. Quanto a leitura eles disseram que ela servia para que o homem “aprendesse a ler e falar melhor”, para não sermos analfabetos, ter mais opinião, ideias, pensamentos e imaginações.
Depois de conceituarem essas palavras, fiz uma discussão com os alunos sobre os conceitos que eles deram a essas palavras. Perguntei ao aluno X se ele concordava com a conceituação que a aluna Y tinha dado a essas palavras e assim sucessivamente, gerando então, trocas de opiniões, argumentos, etc.
Após a discussão, entreguei a cada um deles uma atividade do AAA4 que tinha o seguinte tema: “Imagens do dia-a-dia”. Antes de lerem o texto fiz diversas perguntas solicitadas na atividade e eles responderam de forma convincente. Fizemos a leitura do texto “Circuito Fechado”, de Ricardo Ramos, após a leitura questionei o que eles tinham entendido sobre o texto, porém apenas alguns alunos conseguiram tirar a mensagem do texto. Pedi que eles relessem o texto, e quando terminaram de ler, alguns haviam compreendido melhor. Discutimos o texto e a 1ª atividade foi concluída, pois se tratou de eles lerem e entenderem o texto. Deixei as outras atividades para eles resolverem na próxima aula.
No dia 10/08/2009 refizemos a releitura do texto para que pudesse ser feita uma interpretação do texto mais aprofundada. Depois fizemos a interpretação e uma discussão sobre a importância da leitura e escrita. Pedi que eles fizessem um texto não-verbal mostrando como era a casa deles e como era o caminho de sua casa até chegar à escola. Este trabalho ficou para ser feito em casa.
Na data 11/08/2009, eles trouxeram os desenhos (texto-não verbal) e pedi que eles contassem o que tinham havido desenhado, após recomendei que cada um fizesse um texto escrito sobre o valor de se ter uma casa para se morar e uma escola. Com essa atividade encerrei o trabalho de leitura e escrita sugerido no TP4.
Observei que a turma no inicio não conseguiu abstrair a mensagem do texto “Circuito Fechado”, mas depois de mais leituras abstraíram sua mensagem.
A turma mostrou-se participativa, interessada e questionadora. A maioria dos alunos se interessaram pela atividade proposta.
Acredito que tive também um ótimo desempenho na aplicação dessa atividade. Fiz muitos questionamentos aos educandos, os levei no pátio da escola (embaixo de uma árvore) para que pudessem se interessar mais pela atividade e estimulei a interação durante as discussões.
O material disponível é de boa qualidade, ótimo texto, atividade interessante, porém não fiquei apego apenas ao que o AAA4 solicitava, organizei a atividade de modo que viesse a interessar mais meus alunos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A TERCEIRA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: LEITURA E PROCESSOS DE ESCRITA
ORLEANS, 13 DE AGOSTO DE 2009
É impossível iniciar este relatório sem antes enfatizar os problemas que os educadores vêm encontrando no que diz respeito à prática de leitura e escrita nas escolas.
Vivemos em uma sociedade em que a tecnologia avança a cada minuto. A cada dia percebemos novos modelos de celulares, televisões digitais, notebooks, etc. É perceptível, também, que os meios de comunicação em massa trazem informações excessivas aos alunos, porém eles não conseguem assimilá-las. Muitas informações, pouco conhecimento.
Acredito que isto possa ser um agravante e penso, também, que essas excessivas informações estejam ocasionando o mau desempenho da escrita e leitura de nossos alunos. Gostaria de realizar uma pesquisa para dar cientificidade a esta ideia e opinião...
Sabemos que a leitura e a escrita são mal vistas pela maioria dos alunos. Quando o professor pensa em realizar uma atividade de leitura ou escrita, ouvimos muitas reclamações e murmúrios. Porém devemos lembrar que apesar de todas essas reclamações, nós, enquanto educadores não podemos desistir, mas pelo contrário, temos que mostrar aos educandos que leitura e escrita são fundamentais para a vida do homem, pois é a partir delas que o homem se transforma e pode transformar o mundo em que ele vive.
Vigotsky nos fala que o ensino “tem de ser organizado de forma que a leitura e a escrita se tornem necessárias às crianças. (...) A leitura e a escrita devem ser algo de que a criança necessite”. (Vygotsky, 1991, p.133).
No cenário educacional percebo que muitos educadores não motivam são alunos a escreverem e lerem pedem a leitura por pedir, exigem a escrita de uma forma descontextualizada. O aluno não sabe para que escreve e acaba ficando desmotivado. É preciso mostrar lembrar aos educadores que a leitura e a escrita só terão sentido para o aluno, se este processo tiver sentido para sua vida.
Não podemos mais exigir a leitura e a escrita sem determinarmos uma finalidade. Pedir que o aluno escreva um texto e depois devolvê-lo repleto de correções com canetas vermelhas e nunca mais ler ou divulgar o que ele escreveu, contribui com certeza no seu desinteresse. Penso que a correção faz parte do processo, mas que além de uma correção de erros ortográficos, o aluno que ser reconhecido pelo que escreveu, quer que seu texto seja lido pelos colegas da classe, por outros professores, pelo diretor da escola, mas isso não acontece, o professor apenas corrige, dá a nota e manda ele guardar.
Paulo Freire afirma o quanto é importante oferecer aos alunos textos do seu interesse, com diferenciados estilos e funções, que façam parte de sua realidade, que traduzam seus interesses e que acolham suas necessidades.
Acredito que o aluno para escrever e ler deve saber que a escrita é de cunho social, e que a pessoa que escreve e lê bem tem possibilidades de ter um futuro melhor, tem um bom emprego, etc. Deve-se também enfatizar que a leitura prepara o homem para viver melhor em sociedade, o torna crítico, reflexivo, humilde e acima de tudo humano.
Com base no que foi relatado acima, e no que penso a respeito de escrita e leitura relatarei como trabalhei as atividades de leitura e escrita do AAA4.
Os materiais utilizados para o projeto foram as atividades xerocadas do AAA4 – versão aluno, giz, quadro-negro, folhas A4, lápis de cor e giz de cera.
No dia 06/08/09, iniciei a aula com a 6ª série 62, da E.E.B. Udo Deeke, questionando o que eles pensavam sobre escrita e leitura. Ao questionar, escrevi essas duas palavras bem grandes no quadro-negro, obtive várias respostas: que a escrita servia para a comunicação, expor nossos sentimentos, fazer críticas, que sem ela o homem não viveria, pois em todos os lugares existem escritas. Quanto a leitura eles disseram que ela servia para que o homem “aprendesse a ler e falar melhor”, para não sermos analfabetos, ter mais opinião, ideias, pensamentos e imaginações.
Depois de conceituarem essas palavras, fiz uma discussão com os alunos sobre os conceitos que eles deram a essas palavras. Perguntei ao aluno X se ele concordava com a conceituação que a aluna Y tinha dado a essas palavras e assim sucessivamente, gerando então, trocas de opiniões, argumentos, etc.
Após a discussão, entreguei a cada um deles uma atividade do AAA4 que tinha o seguinte tema: “Imagens do dia-a-dia”. Antes de lerem o texto fiz diversas perguntas solicitadas na atividade e eles responderam de forma convincente. Fizemos a leitura do texto “Circuito Fechado”, de Ricardo Ramos, após a leitura questionei o que eles tinham entendido sobre o texto, porém apenas alguns alunos conseguiram tirar a mensagem do texto. Pedi que eles relessem o texto, e quando terminaram de ler, alguns haviam compreendido melhor. Discutimos o texto e a 1ª atividade foi concluída, pois se tratou de eles lerem e entenderem o texto. Deixei as outras atividades para eles resolverem na próxima aula.
No dia 10/08/2009 refizemos a releitura do texto para que pudesse ser feita uma interpretação do texto mais aprofundada. Depois fizemos a interpretação e uma discussão sobre a importância da leitura e escrita. Pedi que eles fizessem um texto não-verbal mostrando como era a casa deles e como era o caminho de sua casa até chegar à escola. Este trabalho ficou para ser feito em casa.
Na data 11/08/2009, eles trouxeram os desenhos (texto-não verbal) e pedi que eles contassem o que tinham havido desenhado, após recomendei que cada um fizesse um texto escrito sobre o valor de se ter uma casa para se morar e uma escola. Com essa atividade encerrei o trabalho de leitura e escrita sugerido no TP4.
Observei que a turma no inicio não conseguiu abstrair a mensagem do texto “Circuito Fechado”, mas depois de mais leituras abstraíram sua mensagem.
A turma mostrou-se participativa, interessada e questionadora. A maioria dos alunos se interessaram pela atividade proposta.
Acredito que tive também um ótimo desempenho na aplicação dessa atividade. Fiz muitos questionamentos aos educandos, os levei no pátio da escola (embaixo de uma árvore) para que pudessem se interessar mais pela atividade e estimulei a interação durante as discussões.
O material disponível é de boa qualidade, ótimo texto, atividade interessante, porém não fiquei apego apenas ao que o AAA4 solicitava, organizei a atividade de modo que viesse a interessar mais meus alunos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
RELATÓRIO - ATIVIDADE EXTRA - GESTAR
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE ATIVIDADE EXTRA
TEMA: FÁBULA
ORLEANS, 05 DE AGOSTO DE 2009
Infelizmente, sabemos que um dos problemas que todo professor de Língua Portuguesa observa em sua aula é a dificuldade que os educando têm em interpretar textos, pois é perceptível que eles apenas fazem uma leitura do texto em si, mas não conseguem extrair do mesmo, uma mensagem para sua vida.
Muitos são os gêneros textuais, mas acredito que a fábula é um dos gêneros que seria imprescindível trabalhar em todas as turmas do Ensino Fundamental e Médio, pois ela propicia aos alunos uma visão além do texto explícito.
A fábula é um dos jeitos mais antigos de se contar histórias. É uma pequena narrativa cuja finalidade é a de ressaltar um efeito moral através de uma dada situação, onde os personagens são animais que pensam, agem e sentem como seres humanos.
Podemos fazer duas leituras independentes: a narrativa e a moral.
Com base nas informações acima, podemos concluir que a fábula é dos gêneros textuais mais importantes a ser trabalhado com os educandos, pois ela propicia um conhecimento além do texto explícito, fala sobre assuntos do cotidiano e é um gênero que desperta o interesse dos alunos, pois geralmente traz como personagens os animais.
Os materiais utilizados para essa atividade extra foram o quadro-negro, giz, xerox, dicionários, papel pardo, canetas hidrocor, lápis de cor, giz de cera e tinta.
No dia 25/05/2009, na Escola de Educação Básica Udo Deeke, iniciei uma atividade extra com os alunos da 6ª série 62, que teve como objetivo trabalhar o assunto fábula em sala de aula. Ao iniciar a aula, questionei se algum aluno já tinha ouvido falar sobre Fábula, e percebi que alguns alunos, já tinham a ciência do conteúdo que seria abordado. Após a discussão distribuí aos discentes, um texto informativo que esclarecia o que seria uma fábula, como ela é estruturada e quem foram os fabulistas mais importantes da história, também, salientei que toda fábula tinha por fim uma moral que é significativa para nossas vidas. Encerrada esta discussão, distribuí a cada aluno a “Fábula Infantil Hortifrutigranjeira”, sugerida por nossas formadoras no curso GESTAR. Como não deu tempo, pedi que eles levassem a fábula para casa e fizessem uma prévia leitura que seria abordada na próxima aula.
No dia 27/05/2009, pedi que eles fizessem uma leitura silenciosa da Fábula Infantil Hortifrutigranjeira e procurassem em seus dicionários, o significado de algumas palavras que para eles seriam desconhecidas. Todos os alunos me perguntaram o que significava o vocábulo “hortifrutigranjeira”, como não encontraram em seus dicionários fiz eles entenderem o significado “esmiuçando” a palavra, ou seja, questionei o que seria “horti”, essa palavra lembrava o quê para eles, e eles responderam que lembrava “horta”, e assim sucessivamente, até eles entenderem todo o significado da palavra.
Depois de terem procurado o significado de algumas palavras, colocamos no quadro os vocábulos que eles não sabiam o significado. Logo, fizemos a leitura da fábula e uma discussão sobre a sua moral. Os alunos pareceram entender muito bem sua mensagem, falaram de diversas questões como: o peixe estragado, pessoas que contaminam o ambiente em que vivem; mau humor; egoísmo, preconceito, solidariedade, entre outros.
Após essa discussão pedi que eles respondessem três questões interpretativas onde eles expusessem suas opiniões, seus pontos de vista. Como não deu tempo de responder todas ela, pedi que eles fizessem como tarefas.
No dia 29/05/2009 eles levaram suas respostas e fizemos mais uma discussão em sala de aula.
No decorrer das aulas fizemos um trabalho em grupo que foi muito produtivo, este trabalho tinha como tema: Solidariedade, Egoísmo e Individualismo. Foi um trabalho com cartazes, onde eles tiveram que procurar imagens que representasse o tema abordado.
No dia 24/06/2009 retomei o assunto fábula e eles leram a fábula “A formiga e a cigarra”, de Esopo.
Dia 26/06/2009 fizeram um trabalho em dupla, de análise da fábula. Neste dia, avisei a eles que trouxessem para a aula a Fábula Infantil Hortifrutigranjeira.
Dia 03/07/2009 lemos novamente a fábula e dividi a turma em dois grupos, e eu comuniquei que eles teriam que representar esta fábula da maneira que eles quisessem, uma equipe optou em fazer o cartaz e contariam a história e a outra resolveu fazer o teatro.
No dia 06 e 07 e 13 de julho eles organizaram o trabalho e observei que todos estavam muito comprometidos.
Após retornarem das férias, dei a eles mais uma aula para se organizarem e no dia 05/08/2009 apresentaram o teatro e o cartaz para as turmas da 1ª e 3ª série do Ensino Fundamental.
Gostei muito de trabalhar com este assunto, pois ele despertou o interesse da turma, fiquei muito contente em ver a turma comprometida, empolgada e participativa.
Os trabalhos apresentados ficaram maravilhosos.
Foi um assunto muito bom de ser trabalhado, os alunos não tiveram dúvidas, e houve comprometimento por todos eles.
Os educandos foram avaliados pela participação, comprometimento e pelo trabalho apresentado.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE ATIVIDADE EXTRA
TEMA: FÁBULA
ORLEANS, 05 DE AGOSTO DE 2009
Infelizmente, sabemos que um dos problemas que todo professor de Língua Portuguesa observa em sua aula é a dificuldade que os educando têm em interpretar textos, pois é perceptível que eles apenas fazem uma leitura do texto em si, mas não conseguem extrair do mesmo, uma mensagem para sua vida.
Muitos são os gêneros textuais, mas acredito que a fábula é um dos gêneros que seria imprescindível trabalhar em todas as turmas do Ensino Fundamental e Médio, pois ela propicia aos alunos uma visão além do texto explícito.
A fábula é um dos jeitos mais antigos de se contar histórias. É uma pequena narrativa cuja finalidade é a de ressaltar um efeito moral através de uma dada situação, onde os personagens são animais que pensam, agem e sentem como seres humanos.
Podemos fazer duas leituras independentes: a narrativa e a moral.
Com base nas informações acima, podemos concluir que a fábula é dos gêneros textuais mais importantes a ser trabalhado com os educandos, pois ela propicia um conhecimento além do texto explícito, fala sobre assuntos do cotidiano e é um gênero que desperta o interesse dos alunos, pois geralmente traz como personagens os animais.
Os materiais utilizados para essa atividade extra foram o quadro-negro, giz, xerox, dicionários, papel pardo, canetas hidrocor, lápis de cor, giz de cera e tinta.
No dia 25/05/2009, na Escola de Educação Básica Udo Deeke, iniciei uma atividade extra com os alunos da 6ª série 62, que teve como objetivo trabalhar o assunto fábula em sala de aula. Ao iniciar a aula, questionei se algum aluno já tinha ouvido falar sobre Fábula, e percebi que alguns alunos, já tinham a ciência do conteúdo que seria abordado. Após a discussão distribuí aos discentes, um texto informativo que esclarecia o que seria uma fábula, como ela é estruturada e quem foram os fabulistas mais importantes da história, também, salientei que toda fábula tinha por fim uma moral que é significativa para nossas vidas. Encerrada esta discussão, distribuí a cada aluno a “Fábula Infantil Hortifrutigranjeira”, sugerida por nossas formadoras no curso GESTAR. Como não deu tempo, pedi que eles levassem a fábula para casa e fizessem uma prévia leitura que seria abordada na próxima aula.
No dia 27/05/2009, pedi que eles fizessem uma leitura silenciosa da Fábula Infantil Hortifrutigranjeira e procurassem em seus dicionários, o significado de algumas palavras que para eles seriam desconhecidas. Todos os alunos me perguntaram o que significava o vocábulo “hortifrutigranjeira”, como não encontraram em seus dicionários fiz eles entenderem o significado “esmiuçando” a palavra, ou seja, questionei o que seria “horti”, essa palavra lembrava o quê para eles, e eles responderam que lembrava “horta”, e assim sucessivamente, até eles entenderem todo o significado da palavra.
Depois de terem procurado o significado de algumas palavras, colocamos no quadro os vocábulos que eles não sabiam o significado. Logo, fizemos a leitura da fábula e uma discussão sobre a sua moral. Os alunos pareceram entender muito bem sua mensagem, falaram de diversas questões como: o peixe estragado, pessoas que contaminam o ambiente em que vivem; mau humor; egoísmo, preconceito, solidariedade, entre outros.
Após essa discussão pedi que eles respondessem três questões interpretativas onde eles expusessem suas opiniões, seus pontos de vista. Como não deu tempo de responder todas ela, pedi que eles fizessem como tarefas.
No dia 29/05/2009 eles levaram suas respostas e fizemos mais uma discussão em sala de aula.
No decorrer das aulas fizemos um trabalho em grupo que foi muito produtivo, este trabalho tinha como tema: Solidariedade, Egoísmo e Individualismo. Foi um trabalho com cartazes, onde eles tiveram que procurar imagens que representasse o tema abordado.
No dia 24/06/2009 retomei o assunto fábula e eles leram a fábula “A formiga e a cigarra”, de Esopo.
Dia 26/06/2009 fizeram um trabalho em dupla, de análise da fábula. Neste dia, avisei a eles que trouxessem para a aula a Fábula Infantil Hortifrutigranjeira.
Dia 03/07/2009 lemos novamente a fábula e dividi a turma em dois grupos, e eu comuniquei que eles teriam que representar esta fábula da maneira que eles quisessem, uma equipe optou em fazer o cartaz e contariam a história e a outra resolveu fazer o teatro.
No dia 06 e 07 e 13 de julho eles organizaram o trabalho e observei que todos estavam muito comprometidos.
Após retornarem das férias, dei a eles mais uma aula para se organizarem e no dia 05/08/2009 apresentaram o teatro e o cartaz para as turmas da 1ª e 3ª série do Ensino Fundamental.
Gostei muito de trabalhar com este assunto, pois ele despertou o interesse da turma, fiquei muito contente em ver a turma comprometida, empolgada e participativa.
Os trabalhos apresentados ficaram maravilhosos.
Foi um assunto muito bom de ser trabalhado, os alunos não tiveram dúvidas, e houve comprometimento por todos eles.
Os educandos foram avaliados pela participação, comprometimento e pelo trabalho apresentado.
2º Relatório - GESTAR
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A SEGUNDA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: CARACTERIZANDO A NARRAÇÃO
ORLEANS, 21 DE JUNHO DE 2009
No cotidiano escolar as tipologias textuais são mais conhecidas do que os gêneros textuais, pois nas aulas de redação dava-se a importância em trabalhar com três tipologias que eram: a narração, a descrição e a dissertação.
Cabe ressaltar que os tipos textuais nunca aparecem sozinhos em um texto, muitas vezes teremos mais de uma tipologia presente, devemos então distinguir a predominância dessa tipologia para melhor caracterizar o texto lido ou escrito.
Os tipos textuais referem-se à estrutura composicional dos textos. Atualmente, admitem-se seis tipos textuais, a saber: narração, descrição, dissertação, argumentação, exposição e injunção.
A narração está presente quando o texto fornece informações sobre o tempo e espaço do fato narrado. Além disso, é comum aparecerem nomes de personagens e um "clímax" em determinado momento. Há, portanto, o desenvolvimento da história, um momento de tensão, e a volta à estabilidade. Um exemplo clássico de narrativa são os contos de fada.
A argumetação está presente quando um determinado ponto de vista é defendido em um texto. São os chamados textos dissertativos.
A exposição, como o próprio nome indica, ocorre em textos que se limitam a apresentar uma determinada situação.
Nos textos descritivos existe a riqueza de detalhes e a constante presença de adjetivos. A descrição é muito recorrente em diversos gêneros textuais.
Os textos injuntivos, por sua vez, são aqueles que indicam procedimentos a serem realizados. Bons exemplos desse tipo de texto são as receitas e os manuais de instrução. que é muito importante não confundir tipo textual com gênero textual. Os tipos, como foi dito, aparecem em número limitado. Já os gêneros textuais são praticamente infinitos, visto que são textos orais e escritos produzidos por falantes de uma língua em um determinado momento histórico
Com base no assunto abordado pode-se concluir. que torna-se necessário trabalhar as tipologias textuais, para incutirmos nos alunos um olhar acurado para os diferentes tipos de textos existentes, levando em consideração que cada texto tem uma função social que será usada na vida de cada um deles.
Os materiais utilizados para o projeto foram as apostilas xerocadas do AA3 – versão aluno, xerox de um texto explicativo sobre as tipologias textuais, giz e o quadro-negro.
No dia 14/05/2009, iniciei a aula com a 5ª série 51, da E.E.B. Udo Deeke, relembrando o conceito de Gêneros e tipologias textuais. Muitos alunos souberam conceituar cada um deles. Após essa fala, questionei o que seriam textos narrativos, descritivos e dissertativos e a turma, no modo geral, soube me atribuir algumas características dessa tipologia textual.
Depois da discussão, entreguei a eles um texto xerocado sobre narração, descrição e dissertação e expliquei cada um deles.
Entreguei a cada um deles uma atividade do AAA3 que tinha o seguinte tema: “Caracterizando a narração”. Fizemos a leitura do texto “Linda de morrer”, após a leitura questionei o que eles tinham entendido sobre o texto, porém apenas alguns alunos conseguiram tirar a mensagem do texto.
Recomendei que eles fizessem as atividades referentes ao texto, mas nem todos conseguiram terminar, desta forma pedi que eles trouxessem o material na próxima aula para terminarem as atividades na sala de aula.
No dia 15/05/2009 todos os alunos tinham terminado a atividade em casa e me entregaram.
Observei que a turma, em geral, não conseguiu entender a mensagem do texto e também não souberam responder de forma coerente os questionamentos a cerca do texto trabalhado.
Acredito que também falhei, pois eu poderia ter levado dicionários para que eles pudessem procurar o significado de algumas palavras que eles não tinham entendido.
O material disponível é de boa qualidade, ótimos textos e atividades, porém percebi que as atividades propostas não estão interessando muito os alunos desta turma, por isso, decidi trabalhar com a turma da 6ª série 62, pois são alunos mais críticos e participativos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A SEGUNDA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: CARACTERIZANDO A NARRAÇÃO
ORLEANS, 21 DE JUNHO DE 2009
No cotidiano escolar as tipologias textuais são mais conhecidas do que os gêneros textuais, pois nas aulas de redação dava-se a importância em trabalhar com três tipologias que eram: a narração, a descrição e a dissertação.
Cabe ressaltar que os tipos textuais nunca aparecem sozinhos em um texto, muitas vezes teremos mais de uma tipologia presente, devemos então distinguir a predominância dessa tipologia para melhor caracterizar o texto lido ou escrito.
Os tipos textuais referem-se à estrutura composicional dos textos. Atualmente, admitem-se seis tipos textuais, a saber: narração, descrição, dissertação, argumentação, exposição e injunção.
A narração está presente quando o texto fornece informações sobre o tempo e espaço do fato narrado. Além disso, é comum aparecerem nomes de personagens e um "clímax" em determinado momento. Há, portanto, o desenvolvimento da história, um momento de tensão, e a volta à estabilidade. Um exemplo clássico de narrativa são os contos de fada.
A argumetação está presente quando um determinado ponto de vista é defendido em um texto. São os chamados textos dissertativos.
A exposição, como o próprio nome indica, ocorre em textos que se limitam a apresentar uma determinada situação.
Nos textos descritivos existe a riqueza de detalhes e a constante presença de adjetivos. A descrição é muito recorrente em diversos gêneros textuais.
Os textos injuntivos, por sua vez, são aqueles que indicam procedimentos a serem realizados. Bons exemplos desse tipo de texto são as receitas e os manuais de instrução. que é muito importante não confundir tipo textual com gênero textual. Os tipos, como foi dito, aparecem em número limitado. Já os gêneros textuais são praticamente infinitos, visto que são textos orais e escritos produzidos por falantes de uma língua em um determinado momento histórico
Com base no assunto abordado pode-se concluir. que torna-se necessário trabalhar as tipologias textuais, para incutirmos nos alunos um olhar acurado para os diferentes tipos de textos existentes, levando em consideração que cada texto tem uma função social que será usada na vida de cada um deles.
Os materiais utilizados para o projeto foram as apostilas xerocadas do AA3 – versão aluno, xerox de um texto explicativo sobre as tipologias textuais, giz e o quadro-negro.
No dia 14/05/2009, iniciei a aula com a 5ª série 51, da E.E.B. Udo Deeke, relembrando o conceito de Gêneros e tipologias textuais. Muitos alunos souberam conceituar cada um deles. Após essa fala, questionei o que seriam textos narrativos, descritivos e dissertativos e a turma, no modo geral, soube me atribuir algumas características dessa tipologia textual.
Depois da discussão, entreguei a eles um texto xerocado sobre narração, descrição e dissertação e expliquei cada um deles.
Entreguei a cada um deles uma atividade do AAA3 que tinha o seguinte tema: “Caracterizando a narração”. Fizemos a leitura do texto “Linda de morrer”, após a leitura questionei o que eles tinham entendido sobre o texto, porém apenas alguns alunos conseguiram tirar a mensagem do texto.
Recomendei que eles fizessem as atividades referentes ao texto, mas nem todos conseguiram terminar, desta forma pedi que eles trouxessem o material na próxima aula para terminarem as atividades na sala de aula.
No dia 15/05/2009 todos os alunos tinham terminado a atividade em casa e me entregaram.
Observei que a turma, em geral, não conseguiu entender a mensagem do texto e também não souberam responder de forma coerente os questionamentos a cerca do texto trabalhado.
Acredito que também falhei, pois eu poderia ter levado dicionários para que eles pudessem procurar o significado de algumas palavras que eles não tinham entendido.
O material disponível é de boa qualidade, ótimos textos e atividades, porém percebi que as atividades propostas não estão interessando muito os alunos desta turma, por isso, decidi trabalhar com a turma da 6ª série 62, pois são alunos mais críticos e participativos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
1º relatório - Gestar
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR – GESTAR
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A PRIMEIRA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: GÊNEROS TEXTUAIS E TIPOLOGIA TEXTUAL
ORLEANS, 26 DE ABRIL DE 2009
Nos dias atuais é comum nos depararmos com pessoas cada vez mais distantes da leitura e da escrita. Isso é marca distintiva nas escolas, pois observamos a dificuldade que nossos alunos encontram em ler ou interpretar um texto e escutamos as reclamações no momento em que pedimos para que eles produzam um texto.
A escrita faz parte do cotidiano de cada ser humano, é impossível imaginarmos um mundo onde não exista a escrita, porém, a grande maioria dos educandos se sentem avessos quando o assunto é leitura, interpretação e produção textual.
Em nossos encontros discutimos a respeito dos assuntos: Gêneros Textuais e tipologias textuais, segundo o autor Markuschi e percebemos claramente a diferença entre os dois conceitos.
De acordo com o autor gêneros textuais seriam as diferentes formas de expressão textual. A título de ilustração: receita de bolo, bilhete, e-mail, certidões, música, piada, aulas virtuais, horóscopo, etc. O gênero textual tem um estilo próprio e uma função sócio-educativa.
Tipos textuais refere-se à estrutura composicional dos textos, ou seja, seria a forma de organizarmos um texto. Exemplos: narração, argumentação, exposição, descrição e injunção.
Os gêneros e tipos textuais são elementos que não devem ser trabalhados de forma distinta, pois os dois se completam, estão interligados.
Levando em consideração o assunto abordado, podemos concluir que é imprescindível trabalhar esse assunto em sala de aula, pois a escrita e todo o tipo de gênero e tipo textual fazem parte da rotina diária de nossos alunos.
Ensinarmos estes dois elementos é estarmos propiciando ao educandos uma melhor compreensão dos textos, do seu dia-a-dia, e o melhor, a apropriação da leitura de mundo.
Os materiais utilizados para o projeto foram as apostilas xerocadas do AA3 – versão aluno, giz e o quadro-negro.
No dia 23/04/2009, iniciei a aula perguntando aos alunos da 5ª série 51, da E.E.B Udo Deeke, se eles alguma vez ouviram falar em Gênero Textual ou Tipologia Textual, os alunos informaram que nunca ouviram falar naquele tema. Após o questionamento, perguntei o que seria Gênero Textual e Tipologia Textual, e obtive como resposta da grande maioria que Tipologia Textual seria todos os tipos de texto, como: bilhete, carta, jornal, entre outros. Porém não souberam definir o que seria Gênero Textual.
Após esta discussão passei no quadro o conceito de Gêneros Textuais e Tipologia Textual, segundo o autor Markuschi e expliquei cada conceito e seus elementos.
Neste mesmo dia fiz uma abordagem sobre o que eles entendiam sobre a palavra “trabalho”. E cada aluno deu a sua significação. Logo em seguida, distribuí as atividades para serem iniciadas em sala de aula, fazendo a leitura dos textos e discutindo com eles algumas questões, como não tiveram tempo de responder todas as perguntas levaram a atividade número 1 para terminarem em casa.
No dia 24/04/2009, demos continuidade nas atividades 1 e 2 e observei que muitos deles tinham dificuldades em responderem algumas questões. A grande maioria argumentou que eram muitas atividades para eles fazerem.
Antes de finalizar a aula, pedi que eles anotassem no fim das atividades se haviam gostado do conteúdo trabalhado (Gêneros Textuais e Tipologia Textual) e muitos argumentaram que o conteúdo era legal, interessante e fácil. Também pedi que eles anotassem o que tinham achado das atividades e a maioria respondeu que elas eram muito difíceis.
Observei que a turma, em geral, teve muita dificuldade em responder algumas perguntas e reclamaram muito sobre a quantidade de atividades. Trabalhamos tudo isso em três aulas.
O material disponível é de boa qualidade, ótimos textos e atividades, porém percebi que a quantidade de atividade sobrecarrega e compromete o rendimento dos alunos. Eles se cansaram em responder todos aqueles questionamentos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
ORLEANS – SC
FORMADORA: LUCIANA RAMOS TOMASI
PROFESSOR: LUCAS LUCIANO MEDEIROS
RELATÓRIO SOBRE A PRIMEIRA ATIVIDADE REALIZADA
TEMA: GÊNEROS TEXTUAIS E TIPOLOGIA TEXTUAL
ORLEANS, 26 DE ABRIL DE 2009
Nos dias atuais é comum nos depararmos com pessoas cada vez mais distantes da leitura e da escrita. Isso é marca distintiva nas escolas, pois observamos a dificuldade que nossos alunos encontram em ler ou interpretar um texto e escutamos as reclamações no momento em que pedimos para que eles produzam um texto.
A escrita faz parte do cotidiano de cada ser humano, é impossível imaginarmos um mundo onde não exista a escrita, porém, a grande maioria dos educandos se sentem avessos quando o assunto é leitura, interpretação e produção textual.
Em nossos encontros discutimos a respeito dos assuntos: Gêneros Textuais e tipologias textuais, segundo o autor Markuschi e percebemos claramente a diferença entre os dois conceitos.
De acordo com o autor gêneros textuais seriam as diferentes formas de expressão textual. A título de ilustração: receita de bolo, bilhete, e-mail, certidões, música, piada, aulas virtuais, horóscopo, etc. O gênero textual tem um estilo próprio e uma função sócio-educativa.
Tipos textuais refere-se à estrutura composicional dos textos, ou seja, seria a forma de organizarmos um texto. Exemplos: narração, argumentação, exposição, descrição e injunção.
Os gêneros e tipos textuais são elementos que não devem ser trabalhados de forma distinta, pois os dois se completam, estão interligados.
Levando em consideração o assunto abordado, podemos concluir que é imprescindível trabalhar esse assunto em sala de aula, pois a escrita e todo o tipo de gênero e tipo textual fazem parte da rotina diária de nossos alunos.
Ensinarmos estes dois elementos é estarmos propiciando ao educandos uma melhor compreensão dos textos, do seu dia-a-dia, e o melhor, a apropriação da leitura de mundo.
Os materiais utilizados para o projeto foram as apostilas xerocadas do AA3 – versão aluno, giz e o quadro-negro.
No dia 23/04/2009, iniciei a aula perguntando aos alunos da 5ª série 51, da E.E.B Udo Deeke, se eles alguma vez ouviram falar em Gênero Textual ou Tipologia Textual, os alunos informaram que nunca ouviram falar naquele tema. Após o questionamento, perguntei o que seria Gênero Textual e Tipologia Textual, e obtive como resposta da grande maioria que Tipologia Textual seria todos os tipos de texto, como: bilhete, carta, jornal, entre outros. Porém não souberam definir o que seria Gênero Textual.
Após esta discussão passei no quadro o conceito de Gêneros Textuais e Tipologia Textual, segundo o autor Markuschi e expliquei cada conceito e seus elementos.
Neste mesmo dia fiz uma abordagem sobre o que eles entendiam sobre a palavra “trabalho”. E cada aluno deu a sua significação. Logo em seguida, distribuí as atividades para serem iniciadas em sala de aula, fazendo a leitura dos textos e discutindo com eles algumas questões, como não tiveram tempo de responder todas as perguntas levaram a atividade número 1 para terminarem em casa.
No dia 24/04/2009, demos continuidade nas atividades 1 e 2 e observei que muitos deles tinham dificuldades em responderem algumas questões. A grande maioria argumentou que eram muitas atividades para eles fazerem.
Antes de finalizar a aula, pedi que eles anotassem no fim das atividades se haviam gostado do conteúdo trabalhado (Gêneros Textuais e Tipologia Textual) e muitos argumentaram que o conteúdo era legal, interessante e fácil. Também pedi que eles anotassem o que tinham achado das atividades e a maioria respondeu que elas eram muito difíceis.
Observei que a turma, em geral, teve muita dificuldade em responder algumas perguntas e reclamaram muito sobre a quantidade de atividades. Trabalhamos tudo isso em três aulas.
O material disponível é de boa qualidade, ótimos textos e atividades, porém percebi que a quantidade de atividade sobrecarrega e compromete o rendimento dos alunos. Eles se cansaram em responder todos aqueles questionamentos.
Os alunos foram avaliados pelo interesse, participação no momento da discussão e das atividades propostas e pelo comprometimento.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Música: Mais uma vez

Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
Doidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
Mais uma vez eu sei
Escuridão já vi pior
Doidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Mais Uma Vez.
(Renato Russo)
Envelheço

Envelheço quando me fecho para as novas idéias e me torno radical... Envelheço quando o novo me assusta e minha mente insiste no comodismo... Envelheço quando meu pensamento abandona a casa e retorna sem nada... Envelheço quando me torno impaciente, intransigente e não consigo dialogar... Envelheço quando penso muito em mim mesmo e me esqueço dos outros... Envelheço quando penso em ousar mas temo o preço da ousadia... Envelheço quando permito que o cansaço e o desalento tomem conta da minha alma... Envelheço quando tenho chance de amar mas vence o medo de arriscar... Envelheço quando paro de lutar...
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